domingo, 7 de agosto de 2011

Treinamento - Zelar pelas Ovelhas

Estive um pouco sumida por aqui...
Mas estou de volta com algumas idéias que selecionei de blogs da Sociedade de Socorro, esse treinamento foi realizado em minha Ala e foi muito bom!Espero que de alguma forma possa ajudá-las.
TREINAMENTO DE PROFESSORA VISITANTE
Zelar pelas Ovelhas
Somos pastores que cuidam de Israel.
As ovelhas famintas erguem a cabeça, prontas
para serem nutridas com o pão da vida. (…)
Nossa tarefa é estender a mão para ajudar todos
aqueles que, por qualquer motivo, estejam
precisando de nosso auxílio.”
Presidente Thomas S. Monson, A Liahona Outubro de 2009

Tema: Apascenta as Minha Ovelhas

  • Texto: As beterrabas:
Fonte: A Liahona, Julho de 2009
As Beterrabas
Há muitos anos, o Bispo Marvin O. Ashton (1883–1946), que era conselheiro no Bispado Presidente, usou uma ilustração que gostaria de Compartilhar com vocês. Imaginem, se puderem, um fazendeiro conduzindo um caminhão cheio de beterrabas, a caminho da usina de açúcar. Enquanto o fazendeiro segue pela estrada esburacada, algumas beterrabas caem do caminhão e ficam jogadas ao longo da estrada. Quando ele percebe que perdeu algumas beterrabas, dá a seguinte instrução a seus ajudantes: “Aquelas que caíram também estão cheias de açúcar. Vamos voltar para pegá-las!” Uso essa ilustração para mostrar que as beterrabas representam os membros da Igreja pelos quais nós, que fomos chamados como líderes, temos responsabilidade; e as que caíram do caminhão representam homens e mulheres, jovens e crianças que, por qualquer motivo, deixaram de ser ativos. Parafraseando o que o fazendeiro disse a respeito das beterrabas, eu digo o seguinte sobre essas almas, que são preciosas para nosso Pai e nosso Mestre: “As que se afastaram também têm muito Valor. Vamos buscá-las!”
P r e s i d e n t e T h o m a s S . M o n s o n
A Liahona, Julho de 2009
  • Vídeo para o início do treinamento: Parábola da Ovelha Perdida
  • Joquinho Motivacional:
Criar um quadro com numeração de 1 a 10, cada número possui uma pergunta escondida e uma pontuação a sua escolha. Divida as professoras em 2 grupos. Cada grupo escolhe a numeração da pergunta para o grupo oposto. A cada resposta respondida marca-se o ponto escolhido da pergunta.
1. Precisa que a Presidente da Sociedade de socorro ou líder de professoras visitantes, sejam as condutoras do debate. Elas precisam estar bem preparadas para corrigir as respostas se necessário e ensinar a maneira certa.
2. Selecionar 10 perguntas baseadas no programa,como:

PERGUNTAS:
*Como as professoras visitantes se preparam antes para uma visita?
* O que fazer quando sua companheira não puder fazer visita?
* Durante a visita,como podemos preparar o ambiente para mensagem?
* As mensagens só podem ser dadas pela aliahona?
* O contato substitui uma visita?
* Qual a diferença de uma visita feita para contar números(estatística)
ou quando ela é feita por interesse no bem estar da pessoa?
*Porque é importante guardar sigilo das conversas realizadas nas visitas?
* Quanto tempo deve durar uma visita?
* Porque é importante um relatório após a visita?
*Qual o padrão de vestimenta para uma visita?
  • Discurso: “Apascenta as Minhas Ovelhas” (Apoio para estudo do treinamento)
Fonte: Conferência Geral Outubro de 2007



Discurso para apoio do Estudo do treinamento:

Apascenta as Minhas Ovelhas”

Silvia H. Allred Primeira Conselheira na Presidência Geral da Sociedade de Socorro
Por meio das visitas mensais regulares que fazemos às irmãs, podemos criar laços de amor, amizade e confiança.
Sinto-me humilde pela oportunidade de estar diante de vocês e falar sobre os sentimentos que estão em meu coração. Sou uma pessoa extremamente simples, insignificante segundo os padrões do mundo; mas o Senhor, em Sua grande misericórdia, sempre me abençoou com oportunidades especiais e com um dom muito precioso: o dom de saber da veracidade deste evangelho, da realidade de Jesus Cristo e de Seu sacrifício expiatório. Sinto a influência e a orientação do Espírito Santo desde a época em que tinha 14 anos, quando conheci os missionários e li o Livro de Mórmon pela primeira vez. Meu testemunho arde constantemente em meu coração e minha fé é inabalável. Esse dom de fé e testemunho é uma grande bênção em a minha vida.
Hoje, encontro-me diante das melhores e mais preciosas mulheres do mundo e sinto o peso da grande responsabilidade que repousa sobre mim neste momento. Eu orei, estudei as escrituras e refleti sobre elas em busca de inspiração para dizer o que o Senhor quer que eu diga a vocês nesta ocasião.
Nós, da presidência da Sociedade de Socorro, estudamos e ponderamos sobre a história e o propósito da Sociedade de Socorro—essa organização peculiar, constituída por inspiração divina por um profeta de Deus, para servir e abençoar as mulheres da Igreja. Essa origem inspirada veio em resposta ao terno desejo do coração das mulheres daquela época. Ela foi organizada com dois propósitos muito claros: socorrer os pobres e salvar almas.1
A irmã Beck mencionou que uma das coisas que as mulheres desta Igreja podem e devem fazer bem é oferecer socorro.
Pensem no princípio ensinado em João 21:15–17. O Senhor perguntou a Pedro: “Amas-Me?” Pedro respondeu: “Tu sabes que te amo”. E o Senhor replicou: “Apascenta os meus cordeiros”. O Senhor perguntou-lhe pela segunda vez: “Amas-Me?” Novamente, Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. E o Senhor disse a Pedro: “Apascenta as minhas ovelhas”. E o Senhor perguntou-lhe pela terceira vez: “Amas-Me?” Pedro respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. E Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas”.
Como discípulas de Cristo, nós também declaramos que O amamos. Então, como vamos apascentar Suas ovelhas?
Uma das maneiras pelas quais as irmãs da Sociedade de Socorro podem apascentar as Suas ovelhas é fazer as visitas de professora visitante. As responsabilidades das professoras visitantes são: criar um relacionamento de amor com cada irmã e oferecer-lhe apoio, consolo e amizade.2 Para cumprir esses propósitos, as professoras visitantes:
1. Visitam cada irmã que lhes foi designada regularmente (se possível indo à casa dela todos os meses).
2. Tomam conhecimento das necessidades espirituais e materiais da irmã e da família.
3. Oferecem a ajuda adequada.
4. Transmitem-lhe ensinamentos espirituais, por meio de um a mensagem mensal.3
O Senhor abençoou as mulheres com os atributos divinos do amor, da compaixão, da bondade e da caridade. Por meio das visitas mensais que fazemos como professoras visitantes, temos o poder de abençoar cada irmã ao lhe abrirmos nossos braços com amor e bondade e ao lhe ofertarmos os dons da compaixão e da caridade. Não importa quais sejam as nossas circunstâncias pessoais, todas nós temos a oportunidade de edificar e cuidar de outras pessoas.
Morei em vários países da América Central e da América do Sul, além de morar no Caribe e na Espanha. Vi como as visitas eram feitas fielmente, a pé, fosse a distância curta ou longa, ou usando ônibus, metrô ou trem. Minha amiga, Ana, era uma jovem mãe na Costa Rica que fazia fielmente suas dvisitas todos os meses, caminhando muitas vezes sob forte chuva. Trinta anos depois, ela já é avó e continua sendo uma professora visitante fiel. Ela abençoou muitas vidas.
Por meio das visitas mensais regulares que fazemos às irmãs, podemos criar laços de amor, amizade e confiança. Se prestarmos atenção aos sussurros do Espírito, aumentaremos nossa sensibilidade quanto às necessidades dos outros. Se agirmos de acordo com essas impressões divinas, podemos ser uma bênção para os necessitados, mas precisamos ter o desejo de partilhar — partilhar nosso sustento e do nosso tempo. A medida real de nossa vida não é quanto obtemos, mas quanto nos doamos. As visitas oferecem uma excelente oportunidade de doarmo-nos, ao nos concentrarmos nas necessidades físicas, espirituais e emocionais umas das outras.
Enquanto morava na República Dominicana, fui visitar uma irmã que tinha acabado de chegar do hospital, depois de ter o terceiro filho. Fiquei surpresa com sua boa aparência e sua calma. Os outros dois filhos eram ainda tão pequenos! Depois de alguns minutos de conversa, ela me disse estar bem tranqüila porque as irmãs da Sociedade de Socorro ttinham-se organizado para vir ajudá-la diariamente nos próximos dias. Ela sentiu que era amada.
Minhas professoras visitantes eram sempre as primeiras a me visitar e levar refeições quando eu chegava em casa com um de meus bebês recém- nascidos, em San José, na Costa Rica.
O Presidente Boyd K. Packer disse que o serviço na Sociedade de Socorro “magnifica e santifica individualmente cada irmã”, e ele nos aconselhou a “quando a questão for prestar serviços, dar à Sociedade de Socorro a precedência sobre todas as outras associações, ligas e sociedades similares”.4
As visitas também representam um instrumento eficaz para a retenção e a reativação das irmãs. Uma jovem adulta solteira contou-me o seguinte:
Enquanto lia a Mensagem da Primeira Presidência na revista Ensign, veio-me à lembrança meu chamado de professora visitante. Minha companheira era uma boa amiga, mas nossos horários quase nunca combinavam. Certa manhã, resolvi simplesmente ligar para a irmã que iríamos visitar, marcar um horário e torcer para que fosse conveniente para minha companheira. Infelizmente ela não podia ir. Pedi a duas colegas de quarto que me acompanhassem nessa visita, mas nenhuma delas pôde fazê-lo. Sabendo que não seria ideal ir desacompanhada, pensei em ligar novamente para a irmã e cancelar o compromisso, mas resolvi que seria melhor ir sozinha do que deixar outro mês passar sem visitá-la.
Cheguei à casa de Alejandra e aproximei-me apreensiva da porta, pois não tinha certeza de que a reconheceria. Ela tinha sido muito simpática ao telefone, por isso pensei que fosse uma das irmãs que encontrara na capela. Alejandra recebeu-me com um abraço caloroso e um sorriso largo. Eu não a conhecia! Durante a conversa, Alejandra falou sobre seu desejo de voltar a freqüentar a Igreja e disse que, nos últimos meses, estivera esperando por algum tipo de visita. Afirmou ter sido essa a primeira vez que recebera uma professora visitante. Conversamos sobre alguns princípios do evangelho e falamos a respeito da Mensagem das Professoras Visitantes daquele mês. Ela prometeu que iria à Igreja naquela semana (...) e foi mesmo. E até levou o namorado!
A partir daí, Alejandra e eu nos tornamos boas amigas. Não sou mais sua professora visitante, mas nos vemos muito mais do que uma vez por mês. Alejandra freqüenta regularmente a Igreja, participa da noite familiar e também das aulas do instituto.
Meu testemunho sobre o trabalho das professoras visitantes é hoje mais forte do que nunca. Sou grata pela orientação do Espírito Santo e por Seus sussurros sutis, que me guiaram até a amiga querida e bondosa que é Alejandra. Nós duas nos fortalecemos igualmente devido a essa experiência, e ambas precisávamos de progresso espiritual”.5
Quando um pastor se importa, muitos daqueles que vagueiam sem rumo podem retornar ao redil. Eles podem dizer sim ao convite de voltar ao rebanho.
Em Morôni 6:4, somos aconselhados a nos lembrar dos que se batizam na Igreja de Cristo e a fortalecê-los.
A mensagem mensal do evangelho que levamos nessas visitas edifica a fé e o testemunho. Aquele que dá e aquele que recebe edificam-se mutuamente, ao trocar idéias e experiências pessoais, enquanto discutem princípios do evangelho, escrituras e ensinamentos dos nossos profetas.
Outra bênção é a do fortalecimento da amizade e a edificação que ocorre entre as duas irmãs companheiras nesse encargo. Aprendemos umas com as outras e amamos umas às outras, ao servirmos juntas.
Podemos e devemos ser capazes de oferecer um auxílio significativo. Temos a perspectiva do evangelho na vida. Recebemos a inspiração divina que nos incentiva a fazer o bem. Que nos comprometamos a fazer as visitas eficazmente. Podemos oferecer nutrição material e espiritual. Podemos e devemos oferecer compreensão e ser capazes de ensinar a doutrina. Podemos aplacar a fome espiritual e apascentar as ovelhas. Apascentar as ovelhas pode significar fortalecer e nutrir as irmãs recém-conversas, as menos ativas e até as plenamente ativas.
Nosso serviço deve ser desinteressado, calmo, e feito de boa vontade, com o coração cheio de amor a Deus e a Seus filhos. Deve haver uma genuína preocupação de apascentar o rebanho, e de convidar cada uma a achegar-se a Cristo.
É minha oração que nos comprometamos solenemente aempenhar-nos ainda mais em, cheias de amor e compaixão, estender a mão para abençoar, ajudar e fortalecer umas às outras, fazendo nossas visitas com o coração pleno de boa vontade e de alegria, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Notas

1. Ver History of the Church, volume 5, p. 25.
2. Ver “Sociedade de Socorro”, seção 3 do Manual de Instruções da Igreja, Volume 2: Líderes do Sacerdócio e das Auxiliares (1998), p. 202.
3. Ver Manual de Instruções da Igreja, Volume 2, p. 203.
4. “The Circle of Sisters”, Ensign, novembro de 1980, pp. 110, 111.
5. Correspondência pessoal.

  • Vídeo de encerramento: Há um Chamado

Lembrancinha: http://gibarbosa1.blogspot.com/2010/03/lembrancinhas-encontradas-na-net.html



segunda-feira, 23 de maio de 2011

PARA REFLETIR

Ser sábio não quer dizer ser perfeito, não falhar, não chorar e não ter momentos de fragilidade. Ser sábio é aprender a usar cada dor como uma oportunidade para aprender lições, cada erro como uma ocasião para corrigir rotas, cada fracasso como uma chance para ter mais coragem.


Augusto Cury-12 semanas para mudar uma vida
Clique na imagem acima e veja mais frases de Augusto Cury

domingo, 8 de maio de 2011

Não somos todos Mães?- SHERI L. DEW

A maternidade é mais do que ter filhos. ... É a essência de quem somos como mulheres.

Neste verão, quatro sobrinhas adolescentes e eu compartilhamos uma noite de domingo tenso quando saímos andando de um hotel no centro de uma cidade que estavam visitando a uma capela próxima, onde eu estava a falar. Eu tinha feito essa caminhada, muitas vezes, mas naquela noite nós nos encontramos de repente engolida por uma multidão enorme de bêbados desfile freqüentadores. Não era um lugar para quatro adolescentes, ou sua tia, devo acrescentar. Mas, com as ruas fechadas ao tráfego, não tivemos escolha a não ser continuar andando. Sobre o barulho, gritei para as meninas, "Fique comigo." À medida que evoluir através da queda da humanidade, a única coisa em minha mente era a segurança minhas sobrinhas.

Felizmente, nós finalmente chegamos à capela. Mas, por uma hora enervante, é melhor eu entender como as mães que abandonam sua própria segurança para proteger uma criança deve se sentir. Meus irmãos haviam me confiou suas filhas, a quem eu amo, e eu teria feito qualquer coisa para conduzi-los à segurança. Da mesma forma, nosso Pai nos confiou como as mulheres com seus filhos, e Ele nos pediu para amá-los e ajudar a levá-los com segurança após os perigos da casa de mortalidade de volta.

Amar e levando -estas palavras resumem não apenas o trabalho a consumir todo o Pai e do Filho, mas a essência do nosso trabalho, para o nosso trabalho é ajudar o Senhor com a Sua obra. Como, então, possamos nós, os dias de mulheres de Deus dos Últimos melhor maneira de ajudar o Senhor com a Sua obra?

Os profetas têm repetidamente responderam a esta questão, assim como a Primeira Presidência há seis décadas, quando chamou a maternidade "o mais elevado, mais santo serviço ... pela humanidade." 1

Alguma vez você já se perguntou por que os profetas ensinaram a doutrina da maternidade e que é a doutrina de novo e de novo? Eu tenho. Tenho pensado muito sobre o trabalho das mulheres de Deus. E eu tenho lutado com o que a doutrina da maternidade significa para todos nós. Esta questão levou-me de joelhos, com as escrituras, e para o templo de todos os que ensinam uma doutrina sobre a nossa enobrecedor papel crucial como a maioria mulheres. É uma doutrina sobre a qual devemos ser muito claros, se pretendemos permanecer "firmes e inamovíveis" 2 sobre as questões que giram em torno de nosso gênero. Para Satanás declarou guerra à maternidade. Ele sabe que aqueles que o berço pode balançar o seu império terrestre. E ele sabe que, sem justo mães amorosas e liderar a próxima geração, o reino de Deus falhará.

Quando entendemos a magnitude da maternidade, fica claro por que os profetas foram tão protetor do sagrado papel é mais mulher. Enquanto nós tendem a igualar a maternidade apenas com a maternidade, no Senhor a língua, a palavra mãe tem camadas de significado. De todas as palavras que eles poderiam ter escolhido para definir seu papel e sua essência, tanto Deus o Pai, e Adão chamou Eva "mãe de todos os viventes" 3 , e assim eles fizeram , antes que ela nunca teve um filho. Como Eva, nossa maternidade começou antes de nascermos. Assim como os homens dignos foram preordenados para o sacerdócio na mortalidade, quatro mulheres justas foram dotados premortally com o privilégio da maternidade. 5 A maternidade é mais do que ter filhos, mas certamente é isso. É a essência de quem somos como mulheres. Ela define nossa identidade, nossa estatura divina ea natureza e as características originais, nosso Pai nos deu.

O Presidente Gordon B. Hinckley declarou que "Deus plantou nas mulheres algo divino." 6 algo que é o presente e os presentes de maternidade. Élder Matthew Cowley ensinou que "os homens têm que ter algo dado a eles [na mortalidade] para torná-los salvadores de homens, mas não as mães, não mulheres. [Eles] já nascem com um direito inerente, uma autoridade inerente, para ser os salvadores de almas humanas ... ea força regeneradora na vida dos filhos de Deus ". 7

A maternidade não é o que sobrou depois do nosso Pai abençoou Seus filhos com a ordenação sacerdotal. Foi a mais enobrecedora investidura Ele poderia dar a sua filhas, um dever sagrado que deu às mulheres um papel ímpar na ajuda Seus filhos guardarem seu segundo. Como o Presidente J. Reuben Clark Jr. declarou, a maternidade é "como divinamente chamado, como eternamente importantes em seu lugar como o próprio sacerdócio". 8

No entanto, o assunto da maternidade é uma proposta muito uma, pois evoca algumas de nossas maiores alegrias e tristezas. Isto tem sido assim desde o princípio. Eva estava "contente" após a queda, percebendo que ela não "nunca deveria ter tido semente." 9 E, no entanto, imaginar sua angústia sobre Caim e Abel. Algumas mães sentem dor por causa dos filhos que eles deram, outras sentem dor porque não ter filhos aqui. Sobre o Élder John A. Widtsoe foi explícito: "que não por culpa própria não pode exercer o dom da maternidade diretamente, poderá fazê-lo indiretamente. Women" 10

Por razões conhecidas para o Senhor, algumas mulheres são obrigadas a esperar para ter filhos. Este atraso não é fácil para nenhuma mulher digna. Mas o cronograma do Senhor para cada um de nós não nega a nossa natureza. Alguns de nós, então, deve simplesmente encontrar outras maneiras de mãe. E todos os que nos rodeiam são aqueles que precisam de ser amados e conduzidos.

Eva estabeleceu o padrão. Além de ter filhos, ela cuidava de toda a humanidade, quando ela fez a corajosa decisão mais nenhuma mulher jamais fez com Adão e abriu o caminho para nós, para o progresso. Ela colocou um exemplo de mulher para os homens a respeitar e mulheres a seguir, a modelagem das características com que as mulheres tenham sido dotados: a fé uma questão de sensibilidade do Espírito, uma aversão ao mal, e completa abnegação heróica. Como o Salvador, "que pela alegria que lhe estava proposto, suportou a cruz," 11 Eva, para a alegria de ajudar a dar início a família humana, suportou a queda. Ela nos amou o suficiente para ajudar a liderar-nos.

Como filhas de nosso Pai Celestial e, como filhas de Eva, todos nós somos mães e temos que as mães sempre foi. E cada um de nós tem a responsabilidade de amar e ajudar a liderar a nova geração. Como nossas jovens aprendem a viver como mulheres de Deus a menos que vejam o que as mulheres de Deus, parece, ou seja, o que vestimos, ver e ler, como nós preenchemos o nosso tempo e nossas mentes, como enfrentamos a tentação ea incerteza; onde encontrar a verdadeira alegria, e por modéstia e feminilidade são características de mulheres justas? Como é que nossos jovens aprendam a mulheres de valor de Deus se não lhes mostrar a força de nossas virtudes?

Cada um de nós tem a obrigação primordial de modelo de mulher justa, porque a nossa juventude não pode vê-lo em qualquer outro lugar. Toda irmã na Sociedade de Socorro, que é o mais importante comunidade de mulheres deste lado do véu, é responsável por ajudar os nossos jovens a fazer uma transição alegre em Sociedade de Socorro. Isso significa que nossa amizade com eles deve começar muito antes de eles completarem 18 anos. Cada um de nós pode começar a mãe de alguém, é claro, com as crianças em nossas próprias famílias, mas que vai muito além. Cada um de nós pode mostrar pela palavra e pela ação que o trabalho das mulheres no reino do Senhor é magnífico e santo. Repito: Somos todos mães em Israel, e nosso chamado é para amar e ajudar a liderar a nova geração através das perigosas ruas de mortalidade.

Poucos de nós chegaremos ao nosso potencial sem o carinho da mãe que nos deu à luz e as mães que sofrem com a gente. Fiquei emocionado ao ver recentemente um dos jovens líderes para a minha primeira vez em anos. Como um adolescente que não tinha absolutamente nenhuma auto-confiança, eu sempre esgueirou-se entre essa mulher porque ela colocou o braço em volta de mim e dizer: "Você é apenas uma garota o melhor!" Ela me amou, também eu me deixei levar. Quantos homens e mulheres jovens estão desesperados por seu amor e liderança? Não compreendemos plenamente que nossa influência como mães em Israel é insubstituível e eterna?

Quando eu estava crescendo, não era incomum para a mãe para me acordar no meio da noite e dizer: "Sheri, pegue seu travesseiro e desça as escadas." Eu sabia que isso significava. Isso significou um furacão estava chegando, e eu estava com medo de imediato. Mas, então, minha mãe dizia: "Sheri, tudo vai ficar bem." Suas palavras sempre me acalmou. Hoje, décadas mais tarde, quando a vida parece esmagadora e assustadora, eu chamo de mãe e esperar por ela para dizer: "Tudo vai ficar bem."

Recentes acontecimentos terríveis nos Estados Unidos têm ressaltado o fato de que vivemos em um mundo de incertezas. Nunca houve uma maior necessidade de justo mães-mães que abençoam seus filhos com um senso de segurança, segurança e confiança no futuro, as mães que ensinam seus filhos onde encontrar a paz ea verdade e que o poder de Jesus Cristo é sempre mais forte que o poder do adversário. Toda vez que nós construímos a fé ou reforçar a nobreza de uma jovem mulher ou homem, toda vez que nós amamos ou levar alguém, mesmo um pequeno passo no caminho, somos fiéis à nossa vocação de investidura e as mães e no processo, construir o reino de Deus. Nenhuma mulher que entende o evangelho jamais iria pensar que qualquer outro trabalho é mais importante ou jamais diria: "Eu sou apenas uma mãe ", para as mães curar as almas dos homens.

Olhe ao seu redor. Quem precisa de você e sua influência? Se queremos realmente fazer a diferença, que irão acontecer como nós a mãe que temos suportado e aqueles que estão dispostos a arcar com. Se nós vamos ficar bem com a nossa juventude de significado, se nós o amor deles, na maioria dos casos eles vão ficar bem com nos-significado, eles vão deixar-nos levar -los.

Como mães em Israel, estamos a arma secreta do Senhor. Nossa influência vem de um dom divino que está em vigor desde o início. No mundo pré-mortal, quando o nosso Pai descreveu o nosso papel, eu me pergunto se não ficar no olho maravilha de que Ele nos abençoe com uma confiança sagrada tão importante para seu plano e que ele iria dotar-nos com presentes tão vital para o amor e líder de Seus filhos. Pergunto-me se rejubilavam 12 , pelo menos em parte por causa da estatura enobrecedor Ele nos deu em Seu reino. O mundo não vai te dizer isso, mas o Espírito.

Nós simplesmente não podemos deixar o Senhor para baixo. E se o dia vem quando somos as únicas mulheres no mundo que encontrar nobreza e divindade na maternidade, que assim seja. Para a mãe é a palavra que define uma mulher justos aperfeiçoados no mais alto grau do reino celestial, uma mulher que se qualificou para aumentar a eterna na posteridade, sabedoria, alegria e influência.

Eu sei, eu sei absolutamente, que estas doutrinas sobre o nosso papel divino são verdadeiras, e que quando percebeu que trazer paz e propósito para todas as mulheres. Minhas queridas irmãs, a quem eu amo mais do que eu sei como expressar, você vai enfrentar o desafio de ser mãe nestes tempos perigosos, embora isso possa testar a última gota de sua resistência, coragem e fé? Você vai ficar firme e inabalável como uma mãe em Israel e uma mulher de Deus? Nosso Pai e Seu Filho Unigênito nos deram uma mordomia sagrada e uma coroa de santo em seu reino. Possamos nós alegrar-se nela. E que possamos ser dignos de sua confiança. Em nome de Jesus Cristo, amém.
Fonte:http://lds.org/ensign/2001/11/are-we-not-all-mothers?lang=eng

sábado, 7 de maio de 2011

Feliz dia das mães - Molduras Para Fotos

[link=http://www.moldurasgratis.com][/link]

[b]Montagens com suas fotos? http://www.moldurasgratis.com[/b]

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Que horas?

terça-feira, 5 de abril de 2011

Hinos da primária em vídeo

Em construção...
Estou construindo vídeos com os hinos da primária com o objetivo de ensiná-los a minha filha Lavínia e então estou agora compartilhando com os amigos.A quem interessar é só baixá-los.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Cartaz Professoras Visitantes

 Cartão em branco
 Cartão de agradecimento pelas visitas 1
 Cartão de agradecimento pelas visitas 2


 


Cartaz para expor na Sociedade de Socorro com os nomes da duplas, com o objetivo de incentivar as visitas, onde cada dupla poderá receber um solzinho a cada mês por visitas realizadas.
Outra idéia também pode ser colar um chocolate ou bilhetinhos(dando brindes ou mensagens de parabéns) às duplas que tiveram suas visitas realizadas no mês.
O cartaz descreve a frase:
Faça chuva ou Sol, podemos contar com  seu apoio! 

Cartões do blog: Idéias Sud

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Um pouco da história de minha Terra Natal.Salve, salve Morada Nova

Um pouco sobre a cidade de Morada Nova

Salve, salve Morada Nova,
Cidade formosa
Que Deus abençoou;
A natureza compôs teu cenário,
Tu és relicário
De paz e amor!...
(Trecho do hino de Morada Nova)

A fazenda localizada perto do rio Banabuiú, pertencente ao alferes José de Fontes Pereira de Almeida, abastado proprietário da região, representa o núcleo onde se desenvolveu e progrediu o povoado de Morada Nova, topônimo adquirido da própria fazenda. O alferes José de Fontes, juntamente com seu irmão, capitão Dionísio de Matos Fontes, morador das margens do mesmo rio, cerca de dois quilômetros abaixo, requereu licença para a construção de uma capelinha dedicada ao Divinio Espírito Santo, a qual lhe foi concedida pela Provisão de 2 de agosto de 1831, de D. João da Purificação Marques Perdigão, Bispo de Pernambuco. Séria divergência surgiu entre os dois irmãos, quanto ao local em que deveria ser construída a capela, cada um inclinado a edificá-la por meio de votação, finda a qual ficou escolhido por maioria de votos, o local pretendido pelo alferes José Fontes.
A primeira pedra da edificação, bem-zeu-a o vigário de São Bernardo das Russas, então o Padre Joaquim de Paula Galvão, no dia 4 de setembro de 1833. O povoado de Morada Nova tomou corpo e se desenvolveu em torno dessa capelinha. Para constituição do patrimônio da referida capela, o alferes João de Fontes Pereira de Almeida e sua mulher, D. Ana Teresa de Jesus Gondim doaram, por escritura de 1º de janeiro de 1834, terras no Sítio Morada Nova, sendo doze e meia braças para cada lado da capela. A 29 de dezembro do mesmo ano, o Escrivão de Paz José Roberto Fontes registrou em seu cartório, no círculo da capela do Divino Espírito Santo, termo da vila de São Bernardo das Russas, comarca de Aracati, outra escritura de doação de trezentas braças de terras, no sítio Bento Pereira, para aumento do patrimônio da capela do Divino Espírito Santo. Foram doadores dessa última o alferes João de Fontes e sua mulher; Capitão Dionísio de Matos e sua mulher, D. Maria Francisca Gondim, José Felipe Santiago e sua mulher, D. Francisca Xavier do Espírito Santo e outros mais.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Espírito Santo de Morada Nova, pelo ato provincial de 18-03-1842 e por lei provincial nº 1561, 1de 09-12-1873, subordinado ao município de São Bernardo das Russas.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Espírito Santo de Morada Nova, pela lei provincial nº 1719, de 02-08-1876, desmembrado de São Bernardo das Russas. Sede no núcleo de Morada Nova. Constituído do distrito sede. Instalado em 07-01-1877.
Pela lei nº 107, de 20-09-1893, a vila de Espírito Santo de Morada Nova passou a denominar-se simplesmente de Morada Nova.
Pelo ato estadual de 12-02-1900, é criado o distrito de Livramento e anexado a vila Espírito de Morada Nova.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila de Morada Nova é constituída do distrito sede.
Pelo ato estadual de 12-04-1913, é criado o distrito de Boa Água e anexado a vila de Morada Nova.
Nos quadros do Recenseamento Geral de 1-IX-1920, a vila é constituída de 3 distritos: Morada Nova, Boa Água e Livramento.
Elevado à condição de cidade com a denominação Espírito de Morada Nova, pela lei nº 2336, de 03-11-1925.
Pelos decretos estaduais nº 193, de 20-05-1931 e 1156, de 04-12-1933, o município de Espírito de Morada Nova passou a denominar-se Morada Nova.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de Morada Nova aparece constituído de 4 distritos: Morada Nova, Boa Água, Livramento e São José do Pirangí.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 4 distritos: Morada Nova, Boa Água, Livramento e São João do Pirangí ex- São José do Pirangi.
Pelo decreto-lei estadual nº 448, de 20-12-1938, o distrito de São José do Pirangí passou a denominar-se simplesmente Pirangí. Sob o mesmo decreto é criado o distrito de Areia Branca com territórios desmembrado dos distritos de Morada Nova e Boa Água e anexados ao município de Morada Nova
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 5 distritos: Morada Nova, Areia Branca, Boa Água, Livramento e Pirangí ex-São João do Pirangí.
Pelo decreto-lei estadual nº 1114, de 30-12-1943, o distrito de Areia Branca passou a denominar-se Ibicuitinga, Livramento a denominar-se Uiraponga e o distrito de Pirangí a denominar-se Aruaru.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 5 distritos: Morada Nova, Aruaru ex-Pirangí, Boa Água, Ibicuitinga ex-Areia Branca e Uiraponga ex-Livramento.
Pela lei estadual nº 1153, de 22-11-1951, é criado o distrito de Juazeiro e anexado ao município de Morada Nova sob a mesma lei é criado o distrito de Pedras ex-povoado e anexado ao município de Morada Nova e ainda cria o distrito de Roldão ex-povoado e anexado ao município de Morada Nova.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 8 distritos: Morada Nova, Aruaru, Boa Água, Ibicutinga, Juazeiro, de Baido, Pedras, Roldão e Uiraponga.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960
Pela lei estadual nº 6388, de 03-07-1963, desmembra do município de Morada Nova o distrito de Ibicuitinga. Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual nº 6959, de 19-12-1963, desmembra do município de Morada Nova o distrito de Uiraponga. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 6 distritos: : Morada Nova, Aruaru, Boa Água, Juazeiro de Baixo, Pedras e Roldão.
Pela lei estadual nº 8339, de 14-12-1965, o município de Morada Nova adquiriu os extintos municípios de Ibicuitinga e Uiraponga, como simples distritos.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído de 8 distritos: Morada Nova, Aruaru, Boa Água, Ibicuitinga, Juazeiro de Baixo, Pedras, Roldão e Uiraponga.
Pela lei estadual nº 11417, de 04-01-1988, é criado o distrito de Lagoa Grande e anexado ao município de Morada Nova.
Pela lei estadual nº 11436, de 11-05-1988, desmembra do município de Morada Nova o distrito de Ibicuitinga. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VI-1995, o município é constituído de 8 distritos: Morada Nova, Aruaru, Boa Água, Juazeiro de Baixo, Lagoa Grande, Pedras, Roldão e Uiraponga.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Alterações toponímicas municipais
Espírito Santo de Morada Nova para Espírito de Morada Nova alterado, pela lei nº 107, de 20-09-1893.
Espírito de Morada Nova para simples Morada Nova alterados pelos decretos estaduais nº 193, de 20-05-1931 e 1156 de 04-12-1933.
Gentílico: morada-novense
Fonte: CityBrasil 




HINO DE MORADA NOVA

LETRA de: Francisca Carneiro de Girão Lima
MÚSICA de: Padre João Linhares de Lima

“Glória a ti, terra querida,
Engastada no verde esplendor,
A beleza da tua paisagem
Vive uma mensagem toda de amor.

Teu sol ardente forjou a raça
De têmpera forte, afeita ao sertão
Que vence a procela, a manga arregaça,
Garante a riqueza, plantando algodão,

ESTRIBILHO:

Salve, salve Morada Nova,
Cidade formosa
Que Deus abençoou;
A natureza compôs teu cenário,
Tu és relicário
De paz e amor!...

Mocidade garbosa, sedenta de louros
Matiza de esperança, grandioso porvir;
No estudo recolhe os pomos de ouro
Semeando a cultura num eterno florir...

ESTRIBILHO:

Por vales umbrosos, campinas verdejantes
Corre o vaqueiro, corajoso, audaz
E o Banabuiú, sinuoso, gigante...
Maravilhosa irrigação o progresso nos traz.”

Saiba mais sobre a cidade de Morada Nova no Site: Conhecendo Morada Nova

Família Girão-História e Genealogia

Clique e descubra a sobre a história da Família: Girão

Genealogia dos Girões

Genealogia em Rio grande do Norte

Clique nos links abaixo e veja um pouco sobre essa história:

Jardim de Angicos - História e Genealogia - Retiro e Pedra do Navio

Consiga o livro: Além dos Jardins História e Genealogia de Jardim de Angicos RN, clicando gravura abaixo:


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Matéria Sobre CHF-Centro de História da Família

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Retorno ao trabalho: e o sono do bebê, como fica?

Frequentemente ouvimos mães preocupadas com seu retorno ao trabalho e como será a reação do bebê que dorme sendo embalado ou amamentado. A verdade é que todas as crianças (e todas as mães) vivenciam um período difícil quando precisam separar-se por causa do trabalho. Neste artigo, seguem algumas dicas que levam em consideração o estado emocional de ambos, mãe e filho, para lidar com essa separação. Fatos importantes a serem considerados quando o retorno ao trabalho está próximo:
1) O desenvolvimento do ser humano no primeiro ano de vida é extraordinário, cada fase, uma necessidade.
O bebê triplica de peso no primeiro ano, se desenvolve em todos os aspectos (motores, cognitivos), começa a andar! Então, não se deve comparar um bebê recém-nascido com um de 4 meses, nem um bebê de 4 meses com um de 1 ano, por exemplos, pois serão praticamente outros bebês.
Cada fase, uma necessidade: bebê novinho precisa muito de colo, aconchego, contato íntimo, amamentação em livre demanda. É da natureza dos bebês quererem colo de suas mães; na verdade esse é um ótimo hábito que foi desenvolvido em milhares de anos de evolução, pois os bebês que não demandavam atenção faleciam e, por isso, a seleção natural fez com que aqueles que viviam no colo sobrevivessem e esse gene foi passado adiante. Essas necessidades vão diminuindo conforme sua maturidade.
A dica é aproveitar essa fase inicial, em que temos disponibilidade, e ficar com o bebê no colo, amamentar em livre demanda, sem privar o bebê do carinho e do colo de mãe que ele tanto precisa e tem direito.
2) Os bebês são inteligentes e têm uma capacidade enorme de adaptação e de distinção de seus cuidadores.
Eles podem reagir totalmente diferente com a mãe e com a babá ou com a professora do berçário (que eles sabem que não é a mãe). A capacidade e a inteligência dos bebês de distinguir seus cuidadores permite que eles criem modos de interação distintos com eles. Porém, é comum e esperado que o bebê demande sempre mais da mãe, porque sabe que pode, porque confia mais nela.
Então, o bebê criará laços afetivos com o novo cuidador e eles se entenderão na nova forma de adormecer. E, no final do dia e à noite, de volta aos braços da mãe, o bebê pedirá mais carinho, mais afago, e muito provavelmente pedirá para mamar para adormecer, mesmo que não o faça com o cuidador durante o dia. Afinal de contas estarão com saudades e sabem que mamãe pode oferecer o peito e curtem estar nos braços de sua referência em amor e confiança.
3) Não compensa promover separação prévia para ‘acostumar’ ou ‘preparar’ o bebê com o retorno ao trabalho.
Não sofram por antecedência achando que têm de acostumar o bebê desde cedo a adormecer sozinho. Bebês não têm maturidade neurológica e compreensão para tal, então essa é uma expectativa irreal. Eles podem ter vários sentimentos e sensações que os perturbem durante a noite e precisam de nossa ajuda. Bebês demandam a mãe, mesmo no período noturno, e, especialmente, se ficaram longe dela durante o dia. A criança tem em sua mãe o referencial de segurança, estabilidade e afeto.
Um bebê nunca fica ‘mal-acostumado’ por ter colo, embalo, acalanto, pelo contrário, precisam disso para continuar a se desenvolver. Revisamos isso em meu artigo anterior ‘A natureza do sono dos bebês’ (1). Portanto, não faz sentido promover um afastamento prévio entre vocês ‘pensando no futuro’; isso só acaba gerando sofrimentos desnecessários para ambos, mãe e bebê. Se a criança não tem colo quando pequeno, não tem no futuro, terá quando, então? Se seu marido tem uma viagem planejada para semana que vem, para ficar um bom tempo fora, você, para se acostumar com a ausência dele, já vai se preparando e deixa de dormir na mesma cama que ele, deixa de beijá-lo e de abraçá-lo? Ou faz o oposto e trata de aproveitar ao máximo os últimos dias antes da viagem?
A questão, portanto, não é fazer o bebê 'se desacostumar' de colo, pois ninguém se desacostuma de uma necessidade física ou psicológica. A questão é, sim, ajudar o bebê a criar confiança em outro cuidador.
4) "Treinar" ou condicionar o bebê a dormir sozinho vai contra sua natureza, e tem consequências.
Condicionar o bebê a adormecer sozinho não vai ajudá-lo no próximo período de afastamento entre vocês, pelo contrário. Para ajudá-lo, é necessário que exista acolhimento e apego entre vocês, contínuo e íntimo, assim seu estado emocional vai se fortalecendo, ele se sente acolhido, importante e atendido, e vai lidar melhor com outras situações de separação.
A maioria de planos de treinamento para bebês oferece o risco de dessensibilização dos sinais enviados, especialmente quando há choro sem consolo envolvido. Em outras palavras, ao invés de ajudar a descobrir o que os sinais enviados pelo seu bebê significam, esses métodos pedem que você os ignore. Nem você nem seu bebê aprendem nada de bom com isso. E, com a separação durante o dia entre vocês pelo retorno ao ao trabalho, a angústia do bebê tende a piorar (2).
Um estudo recente mostrou que os bebês têm capacidade de prever respostas estressantes. Eles foram divididos em dois grupos, no primeiro as mães interagiam com eles continuamente, enquanto que no segundo bebês foram ignorados por elas por somente dois minutos. Os níveis de cortisol, hormônio do estresse, foram medidos após os experimentos. No dia seguinte, o grupo que foi ignorado teve níveis de cortisol mais elevados do que o grupo controle, provando que eles têm capacidade de antecipar o estresse (3).
O cortisol em níveis elevados no cérebro do bebê pode ser corrosivo. O cérebro do bebê está em pleno desenvolvimento e a exposição desse hormônio por períodos prolongados impede a conexão entre alguns nervos e provoca a degeneração de outros. É possível que bebês que são submetidos a muitas noites de choro sem consolo sofram efeitos neurológicos prejudiciais que poderão ter implicações permanentes no desenvolvimento neurológico. Para ler um compêndio de artigos científicos sobre o tema cortisol e efeitos no desenvolvimento cerebral, veja a referência 4.
É preciso ter senso crítico e usar de discernimento quando recebemos conselhos que prometem milagres. Esses métodos de condicionamento envolvem vários riscos; além dos efeitos neurológicos, podem criar uma distância entre você e seu bebê, e ele perde a oportunidade de construir confiança no seu ambiente.
Algumas dicas práticas para mães preocupadas com retorno ao trabalho:
- Busca de um novo cuidador: procure um novo cuidador que tenha disponibilidade emocional, que tenha chance de criar um laço afetivo com seu bebê, que tenha empatia e carinho, que o carregue no colo, não o deixe chorar e que o embale para dormir. Não é qualquer pessoa que tem preparo emocional para cuidar, acolher e maternar um bebê. É importante que ele se apegue ao novo cuidador, pois é dependente por natureza e precisa desse vínculo. A dependência natural é um fato biológico, e não resultado do excesso de mimo materno (5).
Sendo creche, babá, parente ou outro cuidador, lembre-se sempre da disponibilidade emocional como requisito para cuidar de seu filho, pois não é simplesmente suprir suas necessidades físicas, mas é também dar amor, ter interesse e prover o afeto materno na ausência da mãe. Visite várias creches, procure locais onde dão colo, verifique se deixam os bebês o tempo todo em cadeiras, andadores ou outros aparatos. Se for esse o caso, é sinal que estão desprezando a importância do acolhimento emocional no início de vida do bebê que é tão crítico e fundamental para o resto de nossas vidas.
Para a criança não é suficiente que lhe troquem as fraldas e lhe deem comida. O mais necessário e nobre alimento é o afeto, acompanhado de carinho, prazer e paz (6).
- Envolvimento de outra pessoa no ritual de sono: encoraje o pai, por exemplo, a participar do ritual de sono do bebê desde cedo. Ele pode dar o banho e fazer uma massagem, por exemplo. Depois dos 3-4 meses, em média, se o bebê sempre adormece no peito, pode-se começar a alternar maneiras de adormecer para que ele não crie uma associação forte de sugar para dormir (7). Essa dica não é obrigatória considerando-se que os bebês têm capacidade de distinguir seus cuidadores (como citado no início do texto) e vai aprender a adormecer de outra forma com quem ‘não tem peitos’. Existem crianças que dormem mamando com suas mães em casa e na escolinha adormecem de outra forma com as cuidadoras, sem problemas.
- Adaptação gradual: O bebê lidará melhor com essa separação se a adaptação for gradual, assim terá uma chance de criar um apego com o novo cuidador antes de separações longas de sua mãe. Para que o novo cuidador crie um bom apego com ele, criar chances de interação antes de deixá-los sozinhos é importante.
Recomendo sempre que a mãe vá junto com o bebê e fique com ele no novo ambiente o tempo todo, pelo menos no início. Assim ele vai se familiarizando com o local, mas com a segurança de ainda estar sob os cuidados da mãe. Depois a mãe pode ir se afastando um pouco, gradualmente, enquanto dá a chance de o bebê se apegar à nova cuidadora. Porém, não há receita pronta, é questão de observar a criança e ter sensibilidade. A melhor qualidade que se pode esperar do cuidador é a empatia com o bebê. Novamente, oriente que lhe dê bastante colo, não o deixe chorar, mostre quais são os sinais de sono do bebê, deixe que ele durma as sonecas no colo para dar um consolo afetivo na ausência da mãe.
- E se o bebê tem ansiedade da separação?
Nos primeiros meses, a relação mãe e filho é altamente intuitiva, primitiva mesmo. O bebê não sabe que nasceu e acha que o corpo da mãe é continuidade do seu e que o seio que o alimenta e lhe dá carinho e prazer faz parte de um todo ao qual ele pertence. Então, gradualmente e após o sexto mês é que os bebês vão se dando conta de que são outros seres e essa percepção de individualidade fica mais clara e evidente. Assim, progressivamente, vai se estabelecendo o desenvolvimento psicoafetivo, motor, alimentar e cognitivo da criança (6).
Algumas idéias práticas:
Pratique separações rápidas e diárias
Durante seus dias juntos crie oportunidades de expor seu bebê a separações visuais breves, seguras e rápidas (brincar de esconder o rosto e logo reaparecer é ótimo e eles adoram!). Incentive que seu bebê brinque com um brinquedo interessante ou com outra pessoa e, quando ele estiver feliz e distraído com o brinquedo ou com a pessoa, caminhe calma e lentamente para outro quarto. Assobie, cante, murmure uma canção ou fale, de modo que seu bebê saiba que você ainda está por perto, mesmo que não possa vê-la. Pratique essas separações breves algumas vezes ao dia numa variedade de situações diferentes.
Evite a transferência de colo para colo
É muito comum passar o bebê do colo de um cuidador para outro. O problema é que cria ansiedade na criança sair da segurança dos braços da mãe e ser fisicamente transferido para os braços de outra pessoa que lhe é menos familiar. Essa separação física é a mais extrema na mente do bebê. Para reduzir essas sensações de ansiedade faça a mudança com seu bebê num lugar neutro, como brincando no chão ou sentado numa cadeirinha, cadeirão de alimentação ou bebê conforto. Peça para o cuidador sentar do lado de seu bebê e interagir com ele, enquanto isso você fala um ‘tchau’ rápido, porém positivo, num tom feliz. Assim que você sair é um bom momento para o cuidador pegar seu bebê no colo, e a vantagem é que o cuidador vai ser colocado na posição de ‘salvador’ e isso pode ajudá-los nessa relação.
Entenda a ansiedade de separação como um sinal positivo!
É perfeitamente normal - até maravilhoso - que seu filho tenha esse bom apego e que deseje essa proximidade com você e sua presença constante. Parabéns! Isso é a evidência de que o laço afetivo que você criou desde o início está seguro. Se for o caso, ignore educadamente as pessoas que te dizem o oposto.
Relaxe em suas expectativas de independência, isso certamente irá ajudar seu bebê a relaxar também e a ter menos ansiedade nos momentos de separação entre vocês (8).
- Lembre-se, o acolhimento na infância tem resultado positivo na vida adulta!
Uma pesquisa recente (9) revelou que a afeição maternal dada aos bebês torna-os adultos mais bem preparados para enfrentar os problemas da vida. Cientistas compararam dados das relações de afeto e atenção e desempenho emocional de bebês de 8 meses com suas mães. Essas pessoas foram acompanhadas e testadas aos 34 anos de idade sobre vários sintomas emocionais. Qualquer que fosse o meio social, ficou constatado que os bebês com bom apego emocional aos 8 meses tinham os níveis de ansiedade, hostilidade e mal-estar mais baixos quando adultos. Isto confirma que as experiências na primeira infância têm influências na vida adulta.
D.W. Winnicot, um pediatra famoso que depois se tornou psicanalista diz que a capacidade de ser feliz de um ser humano depende, além de todos outros fatores, de um tempo (a infância até os seis anos, mas principalmente o primeiro ano de vida), e de uma pessoa (uma mulher, a mãe). Se a mãe não está presente, outro cuidador que entenda esses conceitos e que atenda as necessidades do bebê se faz necessário.
É uma responsabilidade sim, de assustar! E é realmente intrigante que pessoas tenham filhos sem saberem nada disso, sem se darem conta da importância desse relacionamento profundo, do vínculo necessário que se forma nesse período, e quando as mães retornam ao trabalho fora de casa colocam cuidadores em seu lugar que somente cuidam da parte física (6).
- Não ofereça mamadeira e nem desmame seu bebê: Com o retorno ao trabalho, muitas mães se preocupam porque os bebês não aceitam a mamadeira e tentam todo tipo de bicos e leites artificiais diferentes. Às vezes até mesmo o pediatra sugere o desmame. É situação comum bebês que rejeitam veementemente a mamadeira, isso é sinal de inteligência, pois a primeira reação da natureza é mesmo rejeitar outros tipos de alimentação que não o seio materno.
Na verdade é um erro acreditar que o bebê precisa de uma mamadeira quando você retorna ao trabalho e que você deve acostumá-lo com antecedência. Se você treiná-lo a acostumar-se com uma mamadeira, o que provavelmente acontecerá é um desmame precoce por confusão de bicos. Sempre ouvimos uma história ou outra de bebês que não desmamaram, mas esse risco é grande e não há como prever, então é melhor prevenir e alimentar seu bebê com um copinho.
Além disso, é preciso citar que, mesmo com a oferta de leite materno ordenhado em uma mamadeira, muitos bebês rejeitam. Dr. González (10) explica esse fenômeno:
“E a razão é que os bebês não são bobos. Se a mãe não está em casa e a avó vem com uma mamadeira (ou melhor ainda, com um copinho para evitar confusão de bicos), duas coisas podem acontecer. Primeiro, se o bebê não estiver com fome, ele provavelmente não aceitará nada. Ele vai compensar isso quando a mãe retornar. Muitos bebês dormem a maior parte do tempo quando estão distantes das mães, e então vão mamar à noite. A outra possibilidade é, se o bebê estiver com fome (e especialmente se tiver leite materno na mamadeira), ele poderá tomá-la e pronto. E ele deve estar pensando: ‘Bem, ela não está aqui, então é isso que eu tenho que fazer’. Mas se a mãe está em casa e o bebê pode ver e sentir o peito, como ele vai aceitar um copinho ou mamadeira? Ele deve pensar: ‘Minha mãe deve estar louca, ela tem o peito aqui e quer me dar essa geringonça?’ E ele insiste: ‘É o peito ou nada!’ ”
Se o bebê é novinho e não há possibilidade de ordenha de leite materno, pode-se tentar uma alimentação mista, com a mãe amamentando antes e depois do trabalho e o bebê tomando leite artificial durante o dia. Muitas mães encontram soluções satisfatórias melhores que oferecer leite artificial: algumas levam seus bebês para o trabalho (se o ambiente permite), outras trabalham meio período, algumas conseguem que o bebê seja levado a elas para serem amamentados, outras ordenham e estocam seu leite. Se o bebê já tiver mais de seis meses de idade, pode-se planejar que o bebê se alimente de comida na sua ausência, embora há de se ter cautela se forem os primeiros alimentos.
A amamentação é parte essencial da vida do bebê até 2 anos no mínimo e auxilia na separação parcial entre mãe e filho quando ela retorna ao trabalho fora de casa. Pode-se planejar ordenha de leite materno e continuação da amamentação nos períodos que mãe e filhos estão juntos. O desmame junto com o retorno ao trabalho pode ser bem traumático para o bebê (10):
“Quando você sai para o trabalho (ou quando sai com o cachorro), o seu bebê não sabe onde você está e quanto tempo você vai demorar. Ele ficará muito assustado e chorará como se você fosse deixá-lo para sempre. Vai levar alguns anos até que seu bebê seja capaz de ficar longe de você sem chorar e antes que ele entenda que a ‘mamãe vai voltar logo’. Toda vez que você voltar, vai abraçá-lo, amamentá-lo e o bebê pensará: ‘outro alarme falso!’. Mas se você retornar ao trabalho e tentar desmamá-lo abruptamente e ao mesmo tempo, quando você volta do trabalho, o bebê pede para mamar e você recusa, o que o bebê irá pensar? ‘Ela me abandonou porque não gosta mais de mim.’ Esse é o pior momento para o desmame.”
- Então como fica a alimentação do bebê? Se você volta a trabalhar quando o bebê tiver menos de 1 ano, planeje com antecedência como ordenhar (alugue ou compre uma bomba elétrica), estocar e oferecer o leite materno para o bebê. Veja orientações na referência 11. Use um copinho ou mamadeira-colher para oferecer o leite ordenhado e não mamadeira. Se ele tiver mais de 1 ano, pode alimentar-se de sólidos e mamar quando estiverem juntos.
- Tenha mente aberta para cama familiar: Alguns bebês passam a mamar à noite com mais frequência para compensar as mamadas perdidas durante o dia quando a mãe volta a trabalha fora. Isso é chamado ‘amamentação em ciclo reverso’ e é um mecanismo de sobrevivência de nossa espécie. Nesses casos, praticar cama compartilhada e amamentar deitada pode ajudar a saciar as necessidade do bebê ao mesmo tempo em que os hormônios da amamentação auxiliam mãe e bebê a adormecerem novamente (12-14). O bebê fica mais tranquilo ao saber que, mesmo passando o dia todo longe da mãe, à noite estará com ela. A proximidade com o corpo materno sintoniza as pautas de sono do bebê com as da mãe e regula o seu nível de excitação, temperatura corporal, o ritmo metabólico, níveis hormonais, ritmo cardíaco, respiração e sistema imunológico, pois o efeito anti-estresse do estreito contato físico libera ocitocina, que fortalece o sistema imunológico do bebê (12-15).
Nem todas as famílias adotam cama compartilhada por receio de ser difícil conseguir que a criança durma sozinha depois. A reflexão aqui é de que as necessidades mais intensas de proximidade se dão na primeira infância: bebês têm necessidade de proximidade com a mãe (15) e a cama compartilhada responderia a essas necessidades. Mais tarde, seria um outro momento, com o bebê com outra cognição, maturidade e evolução.
Se a criança dorme longe dos pais à noite, fica longe durante o dia e, principalmente, se o bebê não mama mais no peito (portanto não tem o contato íntimo da amamentação), precisa de alguma compensação afetiva e se beneficiaria da proximidade da cama familiar. O mesmo acontece se o bebê estiver em processo de angústia da separação, que se inicia entre 6-8 meses e vai até 2-3 anos, com altos e baixos.
Quando os bebês sinalizam que precisam de contato corporal com os pais, mostrar empatia, entender e acolher é excelente, pois a criança que se recusa a dormir pode estar precisando de mais contato corporal com o pai e a mãe. É uma necessidade primitiva da criança ter contato íntimo com a pele do corpo de outra pessoa enquanto adormece, mas isso se choca com todas as regras culturais que exigem que as crianças durmam sozinhas (16).
- Procure seus direitos de licença maternidade de seis meses, negocie com o chefe, tire férias junto com a licença, adie alguns planos, trabalhe meio período, procure um emprego mais flexível, procure trabalhos que possa fazer em casa.
Esses dois meses a mais fazem toda a diferença para a criança: a amamentação exclusiva por 6 meses diminui o risco de alergias (17), dermatite atópica (18), asma (19), infecções gastrointestinais (20), doenças contagiosas (21), otite média, infecções respiratórias agudas, gastroenterite, infecções urinárias, conjuntivite e candidíase oral (22). A introdução de alimentos aos 6 meses é feita na hora ideal, quando o bebê já tem capacidade fisiológica para assimilar os alimentos novos (23). Muitos bebês têm reações indesejadas com a introdução de alimentos antes dos seis meses, como prisão de ventre, refluxo, cólicas e é claro que tudo isso atrapalha o sono. Se não tem outra solução, invista na ordenha, estoque e oferecimento de leite materno para o bebê até os 6 meses. Veja na referência 11 como ordenhar e estocar o leite materno e utilize um copinho ou mamadeira-colher para oferecer ao seu bebê. Muitas mães que trabalham podem e devem investir na amamentação exclusiva por 6 meses e esse trabalho todo compensa.
- Lidando com a separação: entenda a reação do bebê e mostre empatia (apesar do cansaço): sua volta ao trabalho e afastamento é algo bem complicado para um bebê, porque é você a mãe dele, você é insubstituível da forma que você é para seu filho. Outros cuidadores irão criar vínculos afetivos com seu bebê, mas a mãe tem outro peso. Entenda a amamentação em ciclo reverso como uma forma de compensação afetiva. Entenda e acolha as necessidades do bebê (que são simples, mas são intensas, de muito contato íntimo, colo, peito). Esse acolhimento é essencial para o desenvolvimento de sua autoestima no futuro.
O padrão de sono do bebê com outro cuidador pode mudar e essa mudança pode interferir no sono noturno. O bebê cansado (caso não tire boas sonecas na escolinha, por exemplo) está secretando mais cortisol, que causa agitação fisiológica, irritação e dificuldades de adormecer. A exaustão é contraproducente com o sono, pois quanto mais exausto, mais lutará contra o sono e mais acordará à noite. Se as sonecas estão muito curtas na escola é comum que o sono noturno também seja influenciado. Orientar as cuidadoras a esticarem as sonecas, explicar a importância das sonecas durarem pelo menos 1 hora para serem restauradoras, usar algum barulho estático ao fundo para ajudar nas sonecas são atitudes que você pode tomar.
Dra. Andréia C. K. Mortensen
Fonte: Guia do bebê

terça-feira, 19 de outubro de 2010

BANHOS

Recém-nascido

O banho do bebê recém-nascido

Uma das maiores dificuldades que os pais enfrentam nos primeiros dias de vida do bebê é o banho. São milhares de dúvidas: que produtos usar, como preparar a água, como cuidar do umbigo que ainda não caiu, como evitar que entre água e sabão nos olhos do bebê, e outras mais.
Essa insegurança dos pais é comum. Além de ser uma experiência totalmente nova para eles, entra o medo de lidar com um bebê numa situação que exige certas habilidades. “O banho, para o bebê, é uma volta ao tão conhecido ambiente líquido, mas para os pais, com aquela criaturinha frágil, se mexendo, chorando, é uma prova de equilíbrio e coragem, pois o medo maior é de deixar o bebê escorregar ou se afogar”, explica a Dra. Eliane Posnik, pediatra do Berçário e UTI Neonatal do Hospital São Lucas.
A verdade é que, com o tempo, o bebê e os pais vão juntos criando confiança até que a hora do banho vira um dos momentos mais gostosos do dia.
E foi para ajudar você a enfrentar essas dificuldades dos primeiros banhos que preparamos um guia com tudo que você precisa saber para proporcionar um banho saudável e gostoso para o seu filhote.

Mais Banho

Banho de Balde para os pequeninos

Muitos especialistas gostariam de saber por que os bebês choram tanto quando tomam banho, já que os pequeninos até pouco tempo viviam em um ambiente aquático dentro do útero. O ambiente do útero é tranquilo, aquoso e escuro. Uma forma bem simples pode reproduzir um pouco daquela fase aconchegante do bebê dentro da barriga: o banho de balde.
No balde, a criança fica numa posição bem parecida com a que ficava no útero da mamãe. Perninhas e bracinhos encolhidos, mas presos, como numa banheira comum. A água permanece por mais tempo quentinha e o pequeno pode ficar submerso do pescoço para baixo. Assim, o bebê fica mais tranquilo e até dorme durante o banho.
O banho de balde é indicado para bebês que acabaram de sair da maternidade. São mais seguros principalmente quando os bebês começam a ficar em pé, tendo menor risco de escorregarem e se afogarem. As mamães podem continuar com o banho de balde do seu bebê até quando desejarem ou até a idade que for confortável para mãe e bebê.
Há algumas dúvidas sobre qual balde usar: balde comum ou um específico para o banho de bebês. Alguns acham que o específico é só um apelo à marca. Outros especialistas dizem que o balde específico para o banho de bebês tem uma segurança maior, já não há risco de corte, evitando que o balde derrape, pois há um melhor centro de gravidade. Além disso, um balde de marca específica pode não liberar substâncias tóxicas que prejudiquem o bebê como um balde comum.
Facilitando a vida da mamãe - Quando discutimos a atenção humanizada, falamos em ter um olhar completo, em que a gestante é vista não somente como uma barriga, mas como um ser humano que carrega outro ser humano.
Para o parto é a mesma situação. O parto deve ser realizado da maneira mais natural possível, seja a hora que for, mesmo que aos fins de semana. Se o bebê e as condições não permitirem, a solução um parto cesárea.
E ao chegar com esse olhar completo aos bebês temos o tão conhecido Método Mãe Canguru, passando pelo sling (aquela “rede” onde passeamos com o bebê junto ao corpo) e chegamos ao banho de balde.
Dicas
Consulte o pediatra e obtenha mais dicas para oferecer um banho de balde bem relaxante para o seu bebê.
Faça a higienização do bebê (como limpar o bumbum sujo de coco) antes de colocá-lo no balde.
O banho relaxa o bebê e pode fazê-lo dormir horas seguidas.

Dicas de segurança

Cuidados de segurança

Não é à toa que muitos pais têm medo de banhar os bebês. É preciso estar atento a muitos detalhes para que nada ponha em risco a saúde e, especialmente, a segurança do bebê.
Na hora do banho é preciso esquecer qualquer outro compromisso e se concentrar inteiramente no filhote. Dar o banho às pressas, pensando em mil coisas ao mesmo tempo, como no feijão que está na panela e no filho mais velho que está chamando, não dá certo. Infelizmente, pesquisas mostram que é grande o número de acidentes com bebês durante o banho.

 ASSISTA AOS VÍDEOS SOBRE O BANHO DO RECÉM-NASCIDO E DO BEBÊ MAIS CRESCIDINHO É ´SÓ CLICAR NOS LINKS ABAIXO:

VÍDEO DO BANHO: RECÉM-NASCIDO



VÍDEO DO BEBÊ MAIS CRESCIDINHO


FONTE: GUIA DO BEBÊ